· 4 min de leitura · Vibeboa
O preço, por dentro
R$ 7 por mês por dezenas de apps parece bom demais — e é, de propósito. Como o valor é calculado, por que ele sobe e por que quem entra agora nunca paga mais.
A Vibeboa cobra uma assinatura só, que dá acesso ao ecossistema inteiro. Hoje ela custa R$ 7 por mês. Isso levanta a pergunta certa: o que acontece quando o acervo dobrar de tamanho?
A regra, antes da promoção
A regra normal é um real por app. Ela é deliberadamente simples porque precisa ser verificável: você conta os apps no ar e sabe quanto custaria. Não há plano bronze, não há recurso escondido atrás de um degrau, não há preço que muda conforme o dispositivo de onde você acessa.
Essa regra tem um teto. A partir de certo tamanho o valor congela e para de subir, mesmo que o acervo continue crescendo — porque a partir de um ponto o que está sendo vendido deixa de ser "quantos apps" e passa a ser "o ecossistema", e cobrar por unidade deixa de fazer sentido.
Por que a promoção existe
O preço de hoje é promocional e está muito abaixo da regra. Não é generosidade: é o preço de entrar cedo num ecossistema que ainda está sendo construído. Quem assina agora está aceitando um acervo incompleto, apps que mudam de cara de uma semana para outra e funcionalidades que aparecem sem aviso.
O preço travado
A parte que importa: o valor congela no dia em que você assina. Se você entrou a R$ 7, você paga R$ 7 enquanto mantiver a assinatura, independentemente de quanto o acervo cresça depois. O preço sobe para quem ainda não entrou, nunca para quem já está dentro.
Isso é o oposto do padrão da indústria, que é entrar barato e reajustar o assinante antigo porque ele é quem tem menos vontade de sair. Aqui o assinante antigo é quem financiou o começo — reajustá-lo seria cobrar duas vezes pela mesma aposta.
O que a assinatura não é
- Não há período de fidelidade: cancelar é imediato e não tem multa.
- Não há degrau de recurso: não existe versão sua do app com menos coisa dentro.
- Não há venda de dado. O modelo é assinatura justamente para não precisar disso.
- Boa parte do conteúdo dos apps é aberta e continua aberta sem assinar.
A conta completa, com o número de apps no ar hoje e o valor que a regra daria, fica na página de preço — ela se atualiza sozinha conforme o acervo cresce, porque é calculada do mesmo catálogo que monta o site.